quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Eletricidade

O estudo da eletricidade se iniciou na Antiguidade, por volta do século VI a.C, com o filósofo e matemático grego Tales de Mileto. Ele, dentre os maiores sábios da Grécia Antiga, foi quem observou o comportamento de uma resina vegetal denominada de âmbar. Ao atritar essa resina com tecido ou pele de animal, Tales percebeu que daquele processo surgia uma importante propriedade: o âmbar adquiria a capacidade de atrair pequenos pedaços de palha e/ou pequenas penas de aves. 


O estudo da eletricidade se divide em três grandes partes:

Eletrostática: é a parte que estuda o comportamento das cargas elétricas em repouso como, por exemplo, o estudo e compreensão do que é carga elétrica, o que é campo elétrico e o que é potencial elétrico.
Eletrodinâmica: essa é a parte que estuda as cargas elétricas quando em movimentação. Ela estuda o que é corrente elétrica, os elementos de um circuito elétrico (resistores e capacitores) bem como a associação deles, tanto em série quanto em paralelo. 
Eletromagnetismo: nessa parte se estuda o comportamento e o efeito produzido pela movimentação das cargas elétricas. É a partir desse estudo que fica possível entender como ocorrem as transmissões de rádio e televisão, bem como entender o que vem a ser campo magnético, força magnética e muito mais.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

História do Átomo!!

A partir de resultados obtidos nos estudos de William Crookes Heirich Geissler (dentre outros), Joseph J. Thomson reformula o modelo anterior propondo a divisibilidade do átomo (partículas positivas –prótons – e partículas negativas – elétrons) e, a partir daí passa a ser reconhecida a natureza elétrica da matéria (fundamento para estudos sobre eletrização).
Já no século XX, Ernest Rutherford, através de uma experiência com lâminas de ouro descobre que os átomos não eram exatamente o que diziam Dalton e Thomson. O átomo tinha espaços vazios, enquanto se podia perceber um núcleo denso. Para ver o experimento deste cientista vá ao site http://micro.magnet.fsu.edu/electromag/java/rutherford/ Neste modelo, surge uma terceira partícula: o nêutron.
Fundamentado da Teoria de Max Planck, Niels Bohr aprimora a teoria de Rutherford que é fundamentado em dois postulados:
  1. Os elétrons se movem ao redor do núcleo em um número limitado de órbitas bem definidas, que são denominadas órbitas estacionárias;
  2. Movendo – se em uma órbita estacionária, o elétron não emite nem absorve energia;
  3. Quando o elétron salta de uma órbita para outra, o elétron emite ou absorve energia em quantidades bem definidas chamadas quantum (plural: quanta, do latim).
A partir da Teoria de Bohr, várias consequências surgem: o Princípio da Dualidade e Loius De Bröglie, o Princípio da Incerteza de Werner Heizemberg, dentre outras

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Cientistas de universidades se unem para pesquisa


Cientistas da Universidade Estadual de Londrina (UEL), a Universidade Estadual de Maringá (UEM) e a Universidade do Centro-Oeste (Unicentro) fazem parte de um grupo que inclui cientistas estrangeiros, criado para estudar o chumbo e o glifosato, este um dos herbicidas mais utilizados no mundo e no Brasil. 

De acordo com os professores Carlos Roberto Appoloni, do Departamento de Física da UEL, e Dimas Augusto Zaia, do Departamento de Química, o projeto "Síntese de Nonocomposto de Ferro objetivando a solução de problemas ambientais e de saúde animal" foi aprovado no final do ano passado no Pronex, e vai receber recursos do CNPq e da Fundação Araucária no valor de R$ 680 mil. 

Coordenado pelo professor Appoloni, o projeto conta com seis docentes da UEL, três da UEM, um da Unicentro, um da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), dois da University Califórnia (EUA), um da Universidade de Zaragoza (Espanha) e um da Stockholm University (Suécia), totalizando 15 docentes, 14 estudantes de pós-graduação strictu sensu e 11 estudantes de graduação. 

A pesquisa tem prazo de três anos para ser concluída, e vai permitir o uso de avançadas metodologias nas áreas de Física e Química, envolvendo ainda o departamento de Ciências Fisiológicas.

Cientistas premiados com Nobel participam de evento de física na UFC


Dois ganhadores do Prêmio Nobel participarão de um evento de física na Universidade Federal do Ceará (UFC), que será realizado nos dias 9 e 10 de abril, no campus da instituição.
Harry Kroto (Química) e Albert Fert (Física) estarão entre os palestrantes do workshop “Frontiers in Condensed Matter Sciences”. O evento será em comemoração dos 20 anos de defesa da primeira tese de doutorado do Programa de Pós-Graduação em Física da UFC.

Além dos cientistas premiados com Nobel, participarão do encontro renomados cientistas nacionais e internacionais. Da lista fazem parte Mildred Dresselhaus (laureado com a Medalha Fermi e o Prêmio Kavli) e Eugene Stanley (Medalha Boltzman), dentre outros.  

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

O átomo: elétrons prótons e nêutrons

A matéria é formada de pequenas partículas, os átomos e estes são formados por partículas elementares, sendo as principais os prótons, os elétrons e os nêutrons. Os prótons e nêutrons são formados por quarks.
No núcleo do átomo estão os prótons e os nêutrons, e girando em torno deste núcleo estão os elétrons. Um próton em presença de outro próton se repele, o mesmo ocorre com os elétrons, mas entre um próton e um elétron existe uma força de atração, como no exemplo do âmbar e da palha. Desta maneira, atribuímos ao próton e ao elétron uma propriedade física denominada carga elétrica.
Os prótons têm carga elétrica positiva, enquanto os elétrons carga elétrica negativa. Os nêutrons são desprovidos de carga elétrica, pois não apresentam efeitos elétricos. Num átomo, normalmente não existe predominância de cargas elétricas, ou seja, o número de prótons é igual ao número de elétrons. Neste caso dizemos que o átomo é eletricamente neutro.

Niels Bohr foi um dos grandes cientistas que contribuíram para a evolução do nosso conhecimento sobre os átomos. Segundo Bohr os elétrons giram em órbitas específicas e de níveis energéticos bem definidos e, sempre que um elétron muda de órbita, um pacote de energia seria emitido ou absorvido. Esta teoria já envolve conhecimentos da mecânica quântica e estes pacotes de energia são chamados de quantum

Nova medição mostra próton cada vez menor e desafia física



Depois de muitas discussões, muitas sugestões e vários aprimoramentos nos equipamentos de medição, a equipe alemã sentiu-se pronta para repetir o experimento, o que acaba de ser realizado.
Para quase desespero geral, o resultado foi ainda menor: o próton revelou-se com um diâmetro de 0,8407 femtômetro.
"Os novos resultados alimentam o debate se as discrepâncias observadas podem ser explicadas pelo modelo padrão da física, por exemplo como uma compreensão incompleta dos erros sistemáticos que são inerentes a todas as medições, ou se eles se devem a uma nova física," afirmam os pesquisadores.
Uma "nova física" é o que todos esperavam do LHC, que, por enquanto, parece ter-se contentado com seu "bóson tipo Higgs".
Ela poderia estar surgindo agora porque uma das possíveis explicações para o novo diâmetro do próton é que os múons não interagiriam com os prótons da mesma forma que os elétrons.
Em outras palavras, o raio do próton se alteraria dependendo da partícula com a qual ele está interagindo.
Como na física das partículas tudo depende delas, das partículas, isso denunciaria a existência de partículas desconhecidas, que seriam responsáveis pela interação dos múons com os prótons.
Eventualmente, alguma partícula candidata a explicar o que seria a matéria escura, a desconhecida substância cuja massa geraria a gravidade suficiente para explicar porque as galáxias não se desmancham ao girar na velocidade que giram - a gravidade da matéria conhecida não é suficiente para explicar como as galáxias continuam coesas.

domingo, 27 de janeiro de 2013

Como Surgiu a Física?


Pode-se traçar a história da Física a partir do momento em que a humanidade começou a ver e analisar os fenômenos naturais de modo racional, abandonando explicações místicas ou divinas. As primeiras tentativas racionais de explicação da Natureza vieram com os indianos e com os gregos antigos. Antes disso, fenômenos naturais e suas consequências eram explicados por deuses e deusas; Apolo, em sua carruagem, carregava a esfera brilhante, o Sol, de leste para oeste, todos os dias. A Filosofia Natural, como era conhecida a Física até tempos mais modernos, confundia-se com a Química e com certos aspectos da Matemática e Biologia, e pode ser considerada a disciplina acadêmica mais antiga, se for considerada a sua presença dentro da Astronomia.
Após ter visto um momento de esplendor na Grécia Antiga, tendo como nome principal Aristóteles, a Física entrou em declínio na Idade Média, tendo revivido apenas durante o Renascimento, durante a Revolução Científica.Galileu Galilei é considerado o primeiro Físico em seu sentido moderno, adotando a Matemática como ferramenta principal. Galileu é um dos pioneiros a descrever o real objetivo de um cientista; sua função é apenas descrever os fenômenos em vez de tentar explicá-los. Já dotado de um método científico, a Física teve uma notável evolução com Isaac Newton, que realizou a primeira grande unificação da Física ao unir Céus e Terra sob as mesmas leis da Física, agravitação universal.
Nos séculos XVIII e XIX surgiram os fundamentos da termodinâmica e do eletromagnetismo, destacando-se Rudolf ClausiusJames Prescott Joule e Michael FaradayJames Clerk Maxwell realizou outra grande unificação da Física ao fundir eletricidade e magnetismo sob as mesmas descrições matemáticas, sendo que toda a Óptica pode ser derivada da teoria eletromagnética de Maxwell.
                                                                                 



                                                                                           Foto: Fórmulas de Maxwell